Não há muitas dúvidas e discussões sobre que Mac Os e Linux são sistemas
muito melhores para se trabalhar com Rails do que Windows, porém esta semana fui instalar a nova versão do Rails (2.0.2) no Ubuntu 7.10 e descobri que os pacotes estavam (estão) deatualizados ainda com a versão antiga, então ai vai uma dica de como instalar a última versão do Rails não só no Ubuntu, mas em qualquer linux.
Primeiro precisamos do Ruby instalado, então podemos fazer isso com o comando:
sudo apt-get install ruby rubygems irb ri rdoc ruby1.8-dev build-essential
Se seu linux não tem suporta a apt-get pode utilizar seu gerenciador de pacotes preferido ou ainda instalar a partir de pacotes .tar.gz, no entanto tenha em mente que vai precisar instalar nesta ordem:
Todos disponíveis no RubyForge
Tenho tudo instalado é só utilizar as gems dos frameworks do Rails e instalar nesta mesma ordem.
Logo depois basta rodar o seguinte comando para atualizar a localização da instalação e registrar no ambiente do sistema:
export PATH=$PATH:/var/lib/gems/1.8/bin
Pronto, pra facilitar sua vida ainda mais eu reuni as gems num pacote e criei um .sh de instalação inclusive do Ruby, se seu sistema for baseado em Debian ou suportar apt-get não terá maiores problemas:
Para verificar se o Rails esta instalado e na versão correta basta executar o comando:
rails -v
É isso ai gente, go :to => rails-2.0.2!
Feriado para um geek/nerd é dia de fazer alguma coisa que nunca da tempo de fazer num dia de trabalho normal, pelo menos com a maioria que conheço é assim, claro que tenho vida social, mas a dedicação a trabalhos extra empresa/freelancer é quase uma diversão para mim, então logo no carnaval não pode ser diferente, como em Curitiba não temos muita animação nesta época e não estava com saco para viajar o jeito é aproveitar.
Minha pretenção para colocar meu pouco conhecimento sobre Rails em prática e adquirir um pouco mais é o desenvolvimento de um serviço que necessito e pode me ajudar a gerenciar melhor minha parte financeira, claro que vou disponibilizá-lo para uso de quem queira sem custo algum (claro que com Adsense para me garantir algum retorno), no entanto passei o dia resolvendo pendências das empresas que trabalho, espero que consiga terminar algo, pois caso isso não seja possível só na páscoa para terminar.
Postado via Windows Live Writer
Já não é a primeira vez que estou no PodCast do Digital Paper do meu amigo / parceiro / colega de trabalho Canha, na mais nova edição 4 estamos falando um pouco sobre RubyOnRails com algumas mancadas minhas, porém assim que tiver oportunidade me desculpo e corrijo os erros (trabalhando demais).
Além disso temos uma participação especial do nosso amigo Jonny Ken do Infoblog e Decodificando, quem sabe em outra oportunidade rola um podcast conjunto via Skype com todo mundo junto, mas por enquanto:
Pois é, vi no blog do Ben Scheirman e o Mamude confirmou, parece que a Microsoft e o time de desenvolvimento do ASP.Net cairam na real e perceberam que WebControls não colou muito, de volta ao HTML para a criação de interfaces e utilizando MVC o ASP.Net fica muita mais simples de se usar.
Não estou certo se esse modelo vai implacar, mas é bem provável que sim na versão 3.5, o Ben deixou um exemplo de código no blog dele e o Mamude publicou também, segue versão do Mamude:
C#:
HTML
Como da pra ver o código fica muito mais limpo sem aquele monte de controles do ASP, e a utilização com JavaScript volta a ser normal, sem uso dos controles também.
Esperamos que a Microsoft continue nesse passo.
De volta a nossa jornada depois de um feriado péssimo para mim, pois tive problemas no fígado e vegetei o feriado e fim de semana todo, pelo menos consegui estudar um pouco apesar da dor de cabeça horrível, ainda bem que já estou melhor, fazia tempo que não passava tão mal assim, mas voltemos ao Rails.
Quando construímos uma aplicação tradicional usando diretamente código SQL para a geração/administração do banco de dados usamos um emaranhado de primary keys e foreign key que geram constraints estabelecendo assim um relacionamento entre tabelas onde podemos acessar dados das tabelas "cruzadas" pelos relacionamentos com os JOINS (INNER, LEFT, RIGHT, FULL), já no Rails podemos estabelecer relacionamentos de maneira bastante facilitada através dos models, o que nos disponibiliza automaticamente uma série de métodos adicionais de acordo com cada tipo de relacionamento.
Este assunto é um tanto extenso e como não estou muito bem ainda prefiro separá-lo em partes menores para obter um maior nível de detalhamento e não tornar a leitura cansativa. Sendo assim neste post só citaremos os relacionamentos possíveis no Rails e trabalharemos cada um num post isolado.
Os principais relacionamentos no Rails são:
No próximo post veremos pra que serve e como usar o belongs_to.
Até lá e desculpem a demora.
De acordo com minha enquete 55% dos meus leitores preferem que eu publique mais coisas sobre Rails, isto não significa que deixarei de publicar posts sobre outras coisas, mas darei um pouco mais de ênfase ao Rails nos próximos posts. Então continuando nossa jornada vou mostrar como é fácil instalar o Ruby e Rails no Ubuntu (e qualquer outro sistema baseado em Debian).
Como o apt-get já é clássico é assim que instalamos:
sudo apt-get install ruby
sudo apt-get install irb rdocs
sudo apt-get install rubygems
sudo apt-get install rails
Com estas 4 linhas já está tudo ok e funcionando com a última versão, mesmo que você já tenha o Ruby instalado pode executar sem problemas que o apt-get faz a verificação de versão e não permite a geração de conflitos.
Bem é extremamente simples a instalação do Rails no Ubuntu e vale lembrar que em qualquer Linux não é obrigatório o uso do ruby antes da execução dos scripts, pode-se fazer script/console diretamente ao invés de ruby script/console por exemplo.
Muito boa palestra de Vinícius Magalhães Teles onde o mesmo demonstra sua metodologia de trabalho simplificada e focada no usuário. Exelente método que propicia integração da equipe, boa definição de atividades e processos, sem burocracia nem métodos complicadissimos.
Podemos ver que projetos grandes podem ser desenvolvidos de maneira simples e objetiva por uma equipe enxuta e sem gordura. A técnica de programação em par proporciona resultados positivos.
Testes são de extrema importância e quase religiosos no lançamento de release de versões assim como o uso de controle de versões.
Conclusão
XP pode além de melhorar a produtividade ajudar a manter boa saúde do desenvolvedor, pois o ambiente mostrado na palestra é super saudável e diferente do que costumamos ver nas equipes de desenvolvimento
Começou a maratona de palestras do TreinaTom e já começamos o dia com uma excelente palestra de Charleno Pires sobre Web Semântica e sua aplicabilidade.
O conteúdo da palestra começou meio confuso, mas aos poucos no melhor estilo Jack Estripador o Charleno foi "destrinchando" os assuntos e explicando um a um e ficou fácil de entender.
Também foi discutido como funciona Ontologia e vocabulários juntamente com a criação destes vocabulários em RDF e como utiliza-los com Ruby e Rails para contextualizar e classificar conteúdo na Web(Web Semântica ou Web 3.0).
Excelente palestra e parabéns ao Charleno.
Para quem ainda não sabe o Carlos Eduardo da e-Genial teve a brilhante idéia e iniciativa de promover uma maratona de palestras online através do TreinaTOM, sistema de treinamento online desenvolvido por ele e sua empresa. As palestras vinham acontecendo toda sexta-feira a noite e agora graças a Deus foram transferidas para o sábado. Dia 18/08 é um dia especial com palestras o dia todo. Confira a grade abaixo:
Manhã
09:00 às 10:00
Título : Web Semântica com Ruby on Rails
SubTítulo : Aplicações e Sites mais Inteligentes, aprenda como ela está
mudando os processos de indexação, editoração e recuperação da informação.
Palestrante: Charleno Pires
Tempo para perguntas e respostas: 10 minutos
10:10 às 11:10
Titulo: XP + Rails = produtividade ao extremo na web
SubTítulo: Projeto Lucidus: Desenvolvendo aplicacoes web com maxima
produtividade usando Extreme Programming e Ruby on Rails
Palestrante: Vinícius Manhães Teles
Tempo para perguntas e respostas: 10 minutos
11:20 às 12:20
Título: Ruby off Rails - O outro lado da moeda
SubTítulo: Um overview da aplicabilidade da linguagem em ambiente de
telefonia IP(VoIP), desempenho, restrições, padrões, deploy, etc.
Finalizando com estudo de casos dos projetos abertos RubyGhostEngine(rghost)
- Document Builder, RailsTree, JsDOMenu e outros projetos futuros.
Palestrante: Shairon Toledo
Tempo para perguntas e respostas: 10 minutos
Tarde
13:30 às 14:30
Título: O que há de novo no Flex 3?
SubTítulo: Veja todas as novas funções que o Flex 3 pode oferecer e tire
proveito disso.
Palestrante: Igor Costa
Tempo para perguntas e respostas: 10 minutos
14:40 às 15:40
Título: Desenvolvimento orientado a componentes
SubTítulo: Entenda o modelo de desenvolvimento de componentes do Adobe Flex
Palestrante: Beck Novaes
Tempo para perguntas e respostas: 10 minutos
15:50 às 16:50
Título: Flex nas empresas
SubTítulo: Uma nova roupagem para o velho
Palestrante: Rogério Oliveira (Sócio Diretor da Zellen)
Tempo para perguntas e respostas: 10 minutos
17:00 às 18:00
Titulo: Rails Stand-Alone
SubTítulo: Introdução a Slingshot e acts_as_replica
Palestrante: AkitaOnRails
Tempo para perguntas e respostas: 10 minutos
18:10 às 19:10
Título: Linguagens de programação: passado, presente e futuro
Subtítulo: O que você deve saber sobre linguagens de programação e como
elas impactam o seu desenvolvimento e carreira; quais são as prováveis
linguagens do futuro e como fazer as melhores escolhas; ambientes
multi-linguagem e produtividade; o passado no futuro: ressurgência de
temas; paradigmas e produtividade; a próxima grande revolução.
Palestrante: Ronaldo Ferraz
Tempo para perguntas e respostas: 10 minutos
Como podem ver a grade é bem preenchida por assuntos muito bem escolhidos e apenas feras no elenco de palestrantes, já sou presença confirmada e não perco por nada, se você se interessa por algum dos assuntos citados acima não pode perder.